giovedì 9 ottobre 2014

NOUVELLE PARUTION - UNE PAROLE CIRCULE No 21

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Points de Vue Initiatiques n°167: le Devoir de fraternité .

Sommaire détaillé


Editorial, par Robert de Rosa

Plume Extérieure

De l'impératif catégorique au devoir de fraternité – Hervé Elie Bokobza

La Fraternité : moyen, but ou conséquence ? – Christian Bonhomme

« Ordre initiatique traditionnel et universel fondé sur la fraternité », ce fondement, préalable à toute construction, nécessite du temps pour s'établir car il ne s'agit pas d'un simple refuge contre les agressions du dehors... C'est la Fraternité qui nous accompagne, mais c'est l'effort qu'elle demande qui nous construit.

L'essence de la Fraternité – Jean Pierre Casimir

Les relations au sein de la famille sont souvent terribles et la mythologie gréco-romaine ou la Bible foisonnent de meurtres. La fratrie ne débouche donc pas « naturellement » vers la Fraternité mais procède d'un apprentissage.

La Franc-maçonnerie repose sur la Fraternité – Jean-Luc Aubarbier

De la Fraternité à l'Amour : un cheminement subtil de la pensée et de l'action s'ouvre à notre réflexion. Eros, Philia, Agapè sont autant de facettes de cette « Fratrenité maçonnique » qui est le fondement de notre quête initiatique.

Souviens-toi de ton futur : le fratricide originel – Serge Dekramer

La légende de Caïn tuant son frère Abel, premier échec de la Fraternité, constitue le point de départ d'une recherche personnelle que l'auteur désigne comme étant le « travail de mémoire propre » à chaque initié.

Frères de sang, frères de choix – Gil Garibal

Si l'on examine les relations au sein des fratries, il apparaît que la Fraternité va d'autant moins de soi que la jalousie s'y insinue. Car la Fraternité n'est pas un alignement permanent de vertus, mais plutôt une suite de combats dans le temps.

Être fils des dieux et frère des hommes - Gérard Markl

Suis-je le gardien de mon frère ? Comment le perfectionnement de soi, qui est notre démarche au sein de Rite Ecossais Ancien et Accepté, est-il concevable sans amour pour notre prochain ? Faire sienne la Loi qui régit toute chose, Loi d'amour, est notre défi, notre horizon.

Du Devoir au droit à la Fraternité – Pierre Pelle le Croisa

La compétition écologique qui conditionne aussi l'espèce humaine fait que la Fraternité n'est pas acquise; elle va devoir être conquise. La solidarité de condition nécessaire à la survie se renforce par le sentiment d'appartenance à un groupe structuré. La respecter commence par devenir frère envers soi pour l'être avec nos frères maçons.

La Fraternité en partage – Serge Combes

Fondement de la Franc-maçonnerie, le Fraternité est une conquête qui exige la réciprocité. Pour parvenir à l'universalité, elle s'appuie sur la confiance en la perfectibilité de l'homme. Pour mieux la définir, il faut se reporter aux quatre mots grecs signifiant « amour » : Eros, Storgé, Philia et Agapè.

La Fraternité, un moteur pour améliorer la consition humaine – Alain Lequien

L'homme est un projet...Il reste toujours à construire. S'il travaille seul, il ne peut le réaliser qu'avec les autres. C'est à la qualité des rencontres que l'on mesure la qualité des hommes.

Fraternité et Justice – Daniel Froville

Les relations fraternelles s'établissent dans un rapport à l'autre qui suppose l'égalité bien sûr, mais aussi la justice et l'équité. Alors au coeur des maçons peut naître l'agapè, cette autre forme de la connaissance.

D'une utopie à l'Etat-providence – Patrick Msika

La Fraternité doit-elle se limiter aux seuls rapports entre deux êtres ? Transposée à l'échelle d'une Nation, elle nous renvoie au « vivre ensemble » au sein d'un état démocratique. Utopie des temps anciens, la Fraternité a fait son chemin sous l'angle de la solidarité.

Le Devoir de vivre en fraternité pour se réaliser – Franck Martin

Se réaliser pour l'Initié évoque la longue quête où l'amour s'agît, où l'action dans notre monde sensible prend sens de sa raison tirée des réalités supérieures. Initiatique, la Fraternité naît dans la reconnaissance de l'autre et par l'autre dans l'élévation d'un coeur intelligent qui dépasse l'égo.

Histoire

La Fraternité dans les collèges d'Oxford au XVIIesiècle – Jean-François Maury

L’air du temps

Tout n’est (peut-être) pas perdu – Guy Boulomm

mercoledì 8 ottobre 2014

Confederação dos Supremos Conselhos da Europa

Zurique (Suíça), 20 de abril de 2013 A Confederação dos Supremos Conselhos da Europa, tem sede sede na Rue du Petit-Beaulieu um CH-1004 Lausanne Suisse e destina-se a: •reunir Supremos Conselhos Europeus para implementar acções conjuntas, respeitando a sua autonomia e independência; •estabelecer uma ligação permanente entre os Supremos Conselhos da Confederação, particularmente através da organização de reuniões regulares; •representar sob mandatos específicos, os Supremos Conselhos da Confederação; •promover a prioridade do direito da Ordem Escocesa e a Soberania dos Supremos Conselhos; •promover a cooperação, respeitando diferenças culturais, religiosas e nacionais da transmissão do Rito Escocês Antigo e Aceito na Europa no que concerne às modalidades ritualisticas, às dimensões tradicionais rituais e ao espírito ético; •fornecer informação e assistência para melhorar a transmissão do Rito Escocês Antigo e Aceite; •promover o intercambio de informações entre os Supremos Conselhos confederados em relação às práticas, problemas e desenvolvimentos dos corpos maçónicos em cada um dos países prestando assistência mútua, quando necessário; •organizar trabalhos comuns em todos os assuntos relacionados directa ou indirectamente com a expressão maçónica do Rito; •preparar a participação em comum em conferências internacionais promovidas por Supremos Conselhos de outros continentes; •promover uma posição comum dos membros da Confederação de todas as questões de carácter maçónico "geopolíticas", especialmente nos critérios específicos da relação de amizade entre Supremos Conselhos Europeus. A Confederação dos Supremos Conselhos da Europa reafirma: •a sua adesão total aos objectivos e princípios básicos da Franco-Maçonaria tradicional e regular, cuja vocação é unir no seu seio, sem qualquer excepção, todos os homens dignos e fé que respeitam e amam os seus semelhantes, a fim de desenvolver o seu gosto pela rectidão e pela responsabilidade pessoal, o seu culto pela verdade, pela justiça e pela liberdade, a sua vontade de pensar e agir com tolerância e sabedoria para o benefício da constante da união, da felicidade, do progresso e do bem-estar da família humana e de cada um dos seus membros; •que um Supremo Conselho, constituído de acordo com as Grandes Constituições da Ordem dos M.P. Soberanos Grandedes Inspectores Gerais do 33º e último grau, governa com soberania e sem compartilhar a sua jurisdição territorial, sendo o único que, nesse âmbito, pode conferir os graus da hierarquia escocesa; •que o Rito Escocês Antigo e Aceite tem trinta e três graus para os quais os seus membros podem ser gradualmente elevados de acordo com as suas capacidades e méritos demonstrados tendo os Supremos Conselhos o direito inalienável desses trinta e três graus, não obstante ter reduzido a transmissão iniciática a trinta graus, dos graus 4 º a 33 º, sendo os três primeiros graus do Rito transmitidos por um Corpo Maçónico tradicional, regular, independente e soberano; •que a cada um de seus membros, em sua capacidade individual, é vedada qualquer interferência na legislação, organização e administração dos Corpos Maçónicos - como Grandes Lojas – da Franco-Maçonaria simbólica, tradicional, regular e respeitáveis Lojas que os compõem. A Confederação dos Supremos Conselhos da Europa, está comprometida: •com as motivações e os princípios que regeram a criação do primeiro Supremo Conselho, Antigo e Aceito Rito Escocês em 1801; •com os princípios básicos do Rito Escocês Antigo e Aceite definidos pelas Grandes Constituições de 01 de Maio de 1786 e as Constituições e Estatutos de 1762, únicas leis fundamentais da Ordem Escocesa, atendendo a todas as culturas e civilizações ingressar nos Supremos Conselhos; •com a conservação, promoção e defesa, na sua autenticidade original, dos valores do Rito Escocês Antigo e Aceite; •com a transmissão da pureza espiritual do espírito do Rito Escocês a todos os Mestres Maçons, sem distinção de rito, raça ou religião; •com os desenvolvimentos necessários para a difusão do Rito Escocês Antigo e Aceite, no quadro da evolução e transformação dos corpos maçónicos europeus; •com a missão específica dos Supremos Conselhos, na defesa de sua total soberania face a outras autoridades de outros corpos maçónicos constituídos. A Confederação dos Supremos Conselhos da Europa tem como objectivo reunir todos os Supremos Conselhos Europeus do Rito Escocês Antigo e Aceite que reconhecem e respeitam os seus valores e preceitos, com respeito pela soberania dos Supremos Conselhos Confederados, propondo-se à representação natural dos Supremos Conselhos da Europa. IIl. Jean-Luc FAUQUE, 33° M.P. Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho para França 1804, IIl. Jesús SORIANO CARRILLO, 33° M.P. Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho para a Espanha 1811, IIl. Spyros CAMALAKIS, 33° M.P. Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho para Grécia 1872, IIl. Jean-Claude CHATELAIN, 33° M.P. Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho da Suiça 1873, IIl. Luigi MILAZZI, 33° M.P. Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho para Itália 1875, IIl. Constantin IANCU, 33° M.P. Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho de Roménia 1881, IIl. Eberhard DESCH, 33° M.P. Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho para a Alemanha 1930 e IIl. Agostinho GARCIA, 33° M.P. Soberano Grande Comendador do Supremo Conselho para Portugal 1993,

THE SUPREME COUNCIL OF A:.A:.S:.R:. FOR CROATIA

THE HISTORY OF CROATIAN SCOTTISH RITE


 
The foundation and first blossoming of the Croatian Freemasonry appeared during the Drašković's Observance, the original and independent system that appeared in the second part of the eighteenth century. Certain members of different lodges were already holding higher degrees. Thus Count Ivan Drašković (1740-1787), Grand Master of the first Grand Lodge of Croatia, had the sixth degree of a Strict Observance (Templar), and perhaps even the seventh degree (Eques Professum). In 1782 the member of the Viennese Lodge "Zur wahren Eintracht", Count Josip Brigido, the Governor of Galicia, had the highest Scottish degree. His Brother, Ivan Michael Brigido, Esq. (1742-1816), Archbishop of Ljubljana, was a member of the Lodge "Magnanimitatis" in Budim, in 1783, where Maksimilijan Vrhovac (1752-1827), the Bishop of Zagreb, worked under the secret name Eques Cruce Archiepiscopali: they were both holding the highest Scottish degrees. Count Stjepan Niczky (1747-1777) most probably had the degree of a Scottish Master and possibly the degree Templar. Brethren Erdödy, Count Laszlo (1746-1786) and Count Lajos (1749-1794), members of the Lodge in Varaždin, "Union parfaite" (1772) obtained the second Scottish degree: they were Scotts and Elu of Nine.

In the Balkans, during the period between the two World Wars, beside the blue lodges there were other lodges working in the higher degrees of the Scottish Rite. The Supreme Council of the Ancient and Accepted Freemason's Scottish Rite was founded and consecrated in Belgrade on 10 May 1912. The light was brought from Greece. Out of ten members of the Supreme Council only two Freemasons were from Croatian blue lodges (Dimitrije Mijalković from the Osijek Lodge "Budnost" and Petar Šreplović from the Zagreb Lodge "Hrvatska vila", who later affiliated into the Belgrade Lodge "Pobratim"). In the following years, a few Croatian Freemasons obtained high degrees in Scottish Rite, as follows: diplomat Dr. Hinko Hinković, writer Ante Tresić-Pavičić, Adolfo Mihalić Esq., Aleksandar Šmit, Dr. Franjo Hanaman and Dr. Vladimir Katičić, Esq. The latter one founded the Workshop of the fourth degree "Pravednost" in Zagreb in which forty Brethren worked. The Brethren of this workshop published the book of Masonic works "Rad na surovom kamenu". Among them there were fathers and relatives of some of todays active Croatian and Slovene Freemasons.

Some of today's Croatian Freemasons were initiated into the Scottish Rite in foreign countries during the nineteen eighties.

After the fall of the Warsaw Pact, the return of democratic political systems into the countries of the Central Europe, the first Freemasons from Croatia and Slovenia obtained higher degrees in Scottish Rite in Prague (1991). The Slovenian Freemasons founded the Supreme Council of A:.A:.S:.R:. for Slovenia on 25 March 2000. Immediately afterwards they started founding the Ateliers for Croatian Brethren under the leadership of the Most Powerful Sovereign Grand Commander of A:.A:.S:.R:. for Slovenia Bro. V.V. More than twenty Croatian Brethren worked in those Ateliers.

For the first time in the history of Croatian Freemasonry, Croatia obtained its independent and Sovereign Supreme Council of A:.A :.S:.R:. for Croatia in the Valley of Zagreb on 22 March 2003.